De Olho no Poder


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Mais um partido demonstrou interesse em vaga na chapa majoritária na corrida pelo governo da Bahia em 2018. O PV, atualmente aliado ao prefeito ACM Neto (DEM), não antecipa com quem vai caminhar nas eleições, mas o presidente da legenda, o deputado federal Uldurico Júnior, afirma que a tendência é apoiar o grupo de oposição ao governo petista.

A decisão de como o partido vai marchar, segundo o dirigente, dependerá de como os candidatos irão se comportar junto à sigla "que já deu prova de sua força política em 2012, por exemplo, sendo essencial para a vitória de ACM Neto à prefeitura de Salvador".

"Temos forte representatividade em 61 municípios baianos, sendo 5 nomes importantes na capital que, juntos, somaram quase 117 mil votos nas últimas eleições", afirma o deputado federal. 

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Durante a programação da Festa do Café, em Itabela, neste último fim de semana, diversos políticos prestigiaram a festa e elogiaram o evento que movimenta toda a região. O prefeito Luciano Francisqueto recebeu no camarote prefeitos da região, deputados, vereadores e liderança políticas regionais.

Diversos políticos prestigiaram o camarote institucional da prefeitura.(Fotos:Queagito)

Estiveram presentes na festa o prefeito de Eunápolis, Robério Oliveira, a prefeita de Itagimirim, Devanir Brillantino, prefeito de Belmonte, Janival Andrade, o deputado federal, Uldurico Junior, presidente do PP jovem, Neto Carleto, o chefe especial do gabinete da prefeita de Porto Seguro, Josemar Siquata, vice-prefeito de Teixeira de Freitas, Lucas Bocão, além de vereadores e convidados.

O deputado Uldurico Junior parabenizou Luciano pelo evento e falou da importância da festa para a cidade. “Esse evento movimenta a economia da região e dá destaque a Itabela no setor do agronegócio. O prefeito está de parabéns pela realização do evento que é tão importante para o município e região”, destacou.

(Fotos:Queagito)

Josemar Siquara que também já foi um dos organizadores de edições passada, disse que Itabela está de parabéns por manter a tradição de realizar a festa.

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A Câmara dos Deputados decidiu nessa quarta-feira (2) pelo arquivamento da denúncia de corrupção passiva que pesava contra o presidente Michel Temer (PMDB). Eram necessários 172 votos para que Temer não fosse julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

O governo escapa em uma situação dramática e desgastada, tanto nas tratativas internas - para garantir apoios necessários – quanto diante da opinião pública - com apenas 5% de aprovação, segundo o Ibope -, e tendo em vista o recente aumento nos impostos com impacto direto no aumento dos combustíveis, por exemplo.

A DENÚNCIA

Michel Temer foi denunciado ao STF no dia 26 de junho pelo procurador geral da República, Rodrigo Janot, com base nas delações de executivos da JBS, no âmbito da operação Lava Jato. Janot também levou em conta a gravação em vídeo onde o ex-deputado e ex-assessor do presidente, Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), aparece carregando uma mala com R$ 500 mil, saindo de um restaurante em São Paulo.

Segundo a PGR, o dinheiro seria entregue ao presidente Michel Temer como parte de propina acertada com a JBS. Em troca, Temer usaria a influência do governo no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para favorecer a empresa num processo para reduzir o preço do gás fornecido pela Petrobras a uma termelétrica da JBS. O valor total da propina, segundo a PGR, era de R$ 38 milhões.

Para Janot, a ligação entre Temer e Rocha Loures foi comprovada numa conversa gravada que ele teve com um dos donos da JBS, Joesley Batista, no Palácio do Jaburu, em março, fora da agenda oficial, onde o peemedebista indica o ex-deputado como pessoa de sua "mais estrita confiança".

DESDOBRAMENTOS POLÍTICOS

Uma vez denunciado, Michel Temer rebateu a legitimidade da ação da PGR, chegando a insinuar que a Procuradoria teria sido subornada pela JBS para fazer a denúncia.

Em sucessivos pronunciamentos não poupou ataques ao procurador Rodrigo Janot, ao tempo em que se antecipou em escolher Raquel Dodge como nova procuradora da República, que substituirá Janot a partir de setembro. A avaliação dos bastidores é que, por não ser alinhada ao modelo de trabalho de Janot, Dodge pode diminuir a intensidade dos intentos jurídicos contra o Palácio do Planalto.

Michel Temer também utilizou todos os atos administrativos que pôde, como pagamentos de emendas e outras benesses, para manter aliados de partidos importantes que já ameaçaram deixar a base, como o PSDB.

Temer precisou afinar o discurso com Rodrigo Maia [1º na linha sucessória] para tentar frear a debandada do Democratas. A pressão do Planalto, ao questionar publicamente lealdade ao DEM, gerou um desconforto interno ainda maior.

Mesmo evitando seu afastamento, Temer seguirá nas cordas com dias difíceis, isso porque o procurador Rodrigo Janot deverá apresentar novas denúncias contra ele por obstrução de Justiça e participação em organização criminosa.

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O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) determinou a separação da denúncia contra os deputados estaduais Ângela Maria Correa de Sousa (PSD) e Carlos Ubaldino de Santana (PSD) oferecida pelo Ministério Público Federal (MPF) no âmbito da Operação Águia de Haia.

Os deputados são acusados de integrar uma organização criminosa (Orcrim) que corrompia agentes políticos e servidores públicos e desviava recursos por meio de licitações fraudulentas no em Ruy Barbosa, no centro norte baiano, além de outros 18 municípios.

A medida atende pedido do MPF e tem como objetivo garantir a tramitação mais célere do processo e evitar a prescrição, tendo em vista o elevado número de denunciados e a complexidade da causa. Com o desmembramento, a denúncia contra os deputados estaduais será analisada pelo TRF1. O Juízo Federal da Subseção Judiciária de Feira de Santana, na região centro norte, será o responsável pela análise da denúncia que envolve o restante dos 12 denunciados.

A denúncia – Em maio de 2017, o Ministério Público Federal denunciou 14 pessoas de integrar uma organização criminosa que desviava recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

O MPF pede a reparação por danos morais coletivos no valor mínimo de R$ 10 milhões, a ser pago solidariamente por todos os denunciados, considerando os danos sofridos pela população dos municípios atingidos pela ação criminosa da Orcrim, que deixou de receber melhorias educacionais. O pedido destaca o ambiente sistêmico de desvio, apropriação e propina em 18 prefeituras do estado da Bahia decorrente da atuação da organização criminosa.

A Orcrim atuou por aproximadamente seis anos e realizou contratações desnecessárias e superfaturadas no valor global de aproximadamente R$ 43.150.000,00, causando prejuízos vultosos aos cofres públicos que estão especificados em cada uma das denúncias já apresentadas no âmbito da Operação Águia de Haia.

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Ao transferir Geddel Vieira Lima para prisão domiciliar, o desembargador Ney Bello determinou a proibição do uso de telefone e "o monitoramento eletrônico", além de contato com demais indiciados.

Com isso, Geddel deve deixar o presídio da Papuda, na capital federal, até amanhã.
 
“O fato do processo penal não poder se prestar à ineficácia e à morosidade não autoriza a Justiça a trabalhar por ficção”, escreveu o desembargador. “Ofende a língua portuguesa decretar prisão “preventiva” por atos de 2012 a 2015″, conclui.
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Ao transferir Geddel Vieira Lima para prisão domiciliar, o desembargador Ney Bello determinou a proibição do uso de telefone e "o monitoramento eletrônico", além de contato com demais indiciados.

Com isso, Geddel deve deixar o presídio da Papuda, na capital federal, até amanhã.
 
“O fato do processo penal não poder se prestar à ineficácia e à morosidade não autoriza a Justiça a trabalhar por ficção”, escreveu o desembargador. “Ofende a língua portuguesa decretar prisão “preventiva” por atos de 2012 a 2015″, conclui.
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Preso na operação Cui Bono sob suspeita de obstruir investigações da Polícia Federal, o ex-ministro baiano Geddel Vieira Lima tem um patrimônio avaliado em R$ 67 milhões. A informação foi veiculada na noite deste domingo (9) no Fantástico, na Rede Globo. A fortuna está espalhada por fazendas, apartamentos, casa de praia e um restaurante.

No sudoeste da Bahia, Geddel é dono de 12 fazendas de gado em sete municípios. Em Itororó, a fazenda Tabajara 2 tem 1.027 hectares e é considerada uma das maiores que possui. Na beira do rio Pardo, o ex-ministro tem três fazendas, duas de um lado e uma de outro. Juntas, elas somam mais de 900 hectares e, de acordo com os preços praticados na região, elas valem pelo menos R$ 6 milhões.

Em Itapetinga, Geddel é dono de um apartamento avaliado em R$ 1,5 milhão. Em Salvador e região metropolitana está o restante das suas propriedades, a exemplo de um apartamento de alto padrão, dois carros de luxo, casa na beira da praia e restaurante.

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O ex-ministro Geddel Vieira Lima foi preso na tarde desta segunda-feira pela Polícia Federal dentro da Operação Cui Bono. A decisão partiu do juiz Vallisney de Souza, titular da 10ª Vara Federal de Brasília.

A operação investiga a existência de práticas criminosas na liberação de créditos e investimentos por parte de duas vice-presidências da Caixa Econômica Federal: a de Gestão de Ativos de Terceiros (Viter) e a de Pessoa Jurídica. Uma das vice-presidências era ocupada por Geddel.

Leia a íntegra da nota do Ministério Público Federal:

Em cumprimento a uma ordem judicial que atendeu a pedido da Polícia Federal e da Força-Tarefa Greenfield – que também é responsável pelas operações Sépsis e Cui Bono - , foi preso nesta segunda-feira (3), o ex-ministro Geddel Vieira Lima. A prisão é de caráter preventivo e tem como fundamento elementos reunidos a partir de informações fornecidas em depoimentos recentes do doleiro Lúcio Bolonha Funaro, do empresário Joesley Batista e do diretor jurídico do grupo J&F, Francisco de Assis e Silva, sendo os dois últimos, em acordo de colaboração premiada. No pedido enviado à Justiça, os autores afirmaram que o político tem agido para atrapalhar as investigações. O objetivo de Geddel seria evitar que o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e o próprio Lúcio Funaro firmem acordo de colaboração com o Ministério Público Federal (MPF). Para isso, tem atuado no sentido de assegurar que ambos recebam vantagens indevidas, além de “monitorar” o comportamento do doleiro para constrangê-lo a não fechar o acordo.

Na petição apresentada à Justiça, foram citadas mensagens enviadas recentemente (entre os meses de maio e junho) por Geddel à esposa de Lúcio Funaro. Para provar, tanto a existência desses contatos quanto a afirmação de que a iniciativa partiu do político, Funaro entregou à polícia cópias de diversas telas do aplicativo. Nas mensagens, o ex-ministro, identificado pelo codinome “carainho”, sonda a mulher do doleiro sobre a disposição dele em se tornar um colaborador do MPF. Para os investigadores, os novos elementos deixam claro que Geddel continua agindo para obstruir a apuração dos crimes e ainda reforçam o perfil de alguém que reitera na prática criminosa. Por isso, eles pediram a prisão “ como medida cautelar de proteção da ordem pública e da ordem econômica contra novos crimes em série que possam ser executados pelo investigado”.

Com a prisão de Geddel, passam a ser cinco os presos preventivos no âmbito das investigações da Operação Sépsis Cui Bono. Já estão detidos os ex-presidentes da Câmara, Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves, o doleiro Lúcio Funaro e André Luiz de Souza, todos apontados como integrantes da organização criminosa que agiu dentro da Caixa Econômica Federal (CEF). No caso de Cunha, Alves e Funaro, já existe uma ação penal em andamento. Os três são réus no processo que apurou o pagamento de propina em decorrência da liberação de recursos do FI-FGTS para a construção do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro. Além deles, respondem à ação, Alexandre Margoto e Fábio Cleto.

 

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Deputado Federal Ronaldo Carletto foi alvo de diversos elogios em Guaratinga. (Foto: Alex Gonçalves/BAHIA DIA A DIA)

O deputado federal Ronaldo Carletto (PP) foi recebido com aprovação pela população de Guaratinga durante a reinauguração do Hospital e Maternidade Joana Moura na manhã desta quinta-feira (22).

Carletto informou que contribui há 26 anos para o desenvolvimento de Guaratinga. “Para essa obra eu enviei mais de R$ 1 milhão para disponibilizar uma saúde digna à comunidade”, esclareceu.

Carletto recebeu elogios da prefeita Christine Pinto pelas emendas protocoladas para o município e por ser um dos responsáveis pela conquista de manter a comarca de Guaratinga, que corria risco de ser desativada. Outro mérito dado ao deputado foi pela solicitação da implantação da base da CAEMA, que será inaugurada com a presença do governado Rui Costa.

Ex-prefeito, Ademar Pinto, também foi contundente ao elogiar o deputado. (Foto: Alex Gonçalves/BAHIA DIA A DIA)

Na oportunidade, o empresário Luciano Pinto, irmão da prefeita, também explanou sua gratidão ao deputado federal, o qual possui uma história no município e até sugeriu que a Câmara de Vereadores conceda o título de cidadão guaratinguense ao deputado, devido aos serviços prestados à população do município.

O ex-prefeito, Ademar Pinto, considerado pelos presentes como o maior líder político de Guaratinga, também foi contundente ao falar do deputado e dizer que ele é um dos poucos que sempre esteve presente no município. “Meu amigo e companheiro de longas dadas, é a pessoa que se eu ligar meia-noite me atende. Saberemos retribuir todo esse apoio que tem dado a Guaratinga”, ressaltou.

(Foto: Alex Gonçalves/BAHIA DIA A DIA)

Carletto sempre obteve votações significativas nas eleições que disputou, principalmente no extremo sul do estado, onde sempre recebe uma quantidade de votos expressiva.

Com todo apoio recebido na cidade, a especulação é que Carletto, que também é cogitado em disputar uma vaga no senado, será certo que terá um grande apoio do grupo político da prefeita Christine Pinto, nas eleições em 2018.

 

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O presidente Michel Temer deve permanecer no poder por mais tempo. A Chapa Dilma-Temer foi absolvida pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por quatro votos a três, na tarde dessa sexta-feira (9), após quatro dias de julgamento.
 
Os ministros Herman Benjamin, Rosa Weber e Luiz Fux pediram a cassação da chapa eleita em 2014, mas os magistrados Gilmar Mendes, Napoleão Nunes Maia Filho, Tarcísio Vieira de Carvalho Neto e Admar Gonzaga optaram pela absolvição das acusações de abuso de poder político e econômico. Os dois últimos foram indicados este ano por Temer para uma vaga no tribunal. O presidente do TSE, Gilmar Mendes, foi responsável pelo desempate.
 
Entre as acusações que pesavam sobre Dilma e Temer estava o recebimento de propina-gordura ou propina-poupança, ou seja, pagamentos ilícitos recebidos em anos anteriores, mas aplicados efetivamente nas eleições de 2014.  Pagamento realizado pelo estaleiro Keppel Fels a Mônica Moura em 2014.  Recebimento de propina pelo contrato de navios-sonda da Sete Brasil com a Petrobras.  Pagamento de propina em conta-corrente da Odebrecht.  Compra de apoio político para a chapa da coligação Com a Força do Povo por tempo de propaganda de TV e o pagamento de propinas pelo departamento de operações estruturadas da Odebrecht em benefício da coligação Com a Força do Povo.
 
A decisão do TSE, apesar de representar um respiro para o governo Michel Temer, não significa que o peemedebista estará livre de responder pelas crises que atingem o seu mandato. Novas delações premiadas, um possível desembarque do PSDB e uma denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR) continuam ameaçando o presidente.
 
Na segunda-feira (12), o PSDB decide se abandona ou não o governo de Temer. A possível saída dos tucanos na base aliada pode representar um desembarque em cascata de outras legendas.
 
Prova disso, é que o PRB, a nona maior bancada da Câmara, com 23 deputados, já marcou reunião para o mesmo dia para avaliar o cenário político após o TSE e a decisão do PSDB.
 

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